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25 de outubro de 2014

ARTICENA

Boa tarde pessoal!

Hoje vim divulgar algo novo com vocês, um Coletivo aqui da Cidade de Americana/SP de um amigo meu. O nome do projeto é Articena um coletivo de street art e intervenções urbanas, formado aqui mesmo na Cidade. O grupo foi criado por Gleyce Pereira e Luan Marques.

Falando um pouco do projeto segue abaixo algumas curiosidades sobre a ideia do coletivo.

“O ARTICENA segue a ideia antiga do "Faça você mesmo" e foi criado sob o conceito de ser um coletivo de street art e comunicação visual, onde a proposta é registrar alguns pontos e molda-los a forma de intervenção artística e urbana”. Apesar de toda a aplicação informal envolvida nesse conteúdo, a ideia e impactar pelos sentidos, não pelo intelecto. 
O objetivo do ARTICENA é criar um mundo psicodélico, pop, expressivo, dos cenários caóticos do interior de SP. O imaginário dos envolvidos na proposta vem de pesquisas sobre arte popular, cultura pop, referências atuais e contemporâneas de street art.
Atualmente o coletivo é formado por Luan Marques, Nivaldo Junior, Douglas Favaro, Gabriel Dutra e Felipe Mantovani. 

No ultimo dia 27 os integrantes participaram de uma exposição, sim uma exposição chamada “Cavalete Parade” com um cavalete parte decorado por eles e parte livre para todos os artistas independentes que se dispuseram a contribuir com o cavalete, e posso adiantar que dessas cabeças aceleradas pode vir mais por aí.

Fizemos algumas perguntinhas sobre o projeto, vamos conferir! 


2) De onde surgiu a ideia do projeto Articena? 
Essa idéia de rolê street art e fundar o Articena surgiram da minha cabeça acelerada mesmo hahahaha, tudo influência de um meio interessante que temos aqui na região, varias vertentes de arte, pessoas criando tudo em um ritmo frenético, em contrapartida a uma pequena quantidade de pessoas atingidas com a proposta, mesmo assim temos uma infinidade de referências, em Americana mesmo temos o coletivo SHN há muito tempo na ativa, uns amigos recentemente criaram o Coletivo CABRERA que também é interessante, vale dar uma conferida. Além dos coletivos temos bastantes artistas independentes correndo pela proposta, vimos isso no “cavalete parade” no mês passado. Tudo isso flertando com vertentes de street art, arte popular, musica etc.. 

2) Há quanto tempo esse projeto existe?
Bom, no papel o Articena há mais ou menos um ano, mais na prática a alguns meses apenas, demorou um pouco até achar pessoas dispostas a se envolver diretamente no projeto hahahahaha, e durante esse meio tempo tivemosumas ajudas mais do que necessárias para isso sair de vez do papel e ir pra rua.

3) Vocês divulgam esse novo projeto de alguma forma? Em redes sociais, jornais, entre amigos? 
Bom à divulgação dele tende a ser feita a mora antiga, colando adesivos, participando de exposições, onde há bastante gente envolvida no assunto. É uma troca de experiência sensacional, no último mês trocamos adesivos, conhecemos pessoas engajadas no movimento, o que é importante, afinal o que dá sentido nesse movimento é essa troca de experiências e poder fazer parte desse universo, que é algo que só quem experimentou um pouquinho pode explicar o real valor de poder fazer isso ao lado de pessoas que eu gosto! E correndo junto com amigos de longa data e de outras correrias. Mas também temos a página no facebook! Pra poder ganhar uns links né? Hahahahaha http://www.facebook.com/Articena.

4) Qual é o plano "futuro" para esse projeto? 
O futuro já tá em cima né, mais por enquanto o plano é deixar a marca exaustiva, até podermos ousar algo diferente, mais te adianto que tenho uma ideia que só esta esperando o aval da galera sair, mais em breve teremos algumas novidades interessantes por ai, não só do Articena, mais para toda galera que participa de alguma forma, só não vou soltar antes da hora para ninguém me cobrar hahahahaha, mais adianto que vai ser interessante.. e que pode sair daqui um, dois meses, ou mais tempo. 

5) Em relação ao tipo de proposta, vocês pensam em divulgar sobre outros assuntos ou só abranger os temas de art popular, cultura pop, contemporâneas de street art?
Em breve vamos alternar um pouco tudo isso sem perder a identidade visual do negócio, mesmo eu não sabendo qual seja ela hahahaha. Mais a ideia inicial era diferente, e não pretendo me desprender assim dela, eu só preciso lembrar qual era, e como posso por isso em prática, mais se não me engano tinha algo a ver com fotografia, negativo e paradigmas, mas aguardem para ver, alias temos muito a fazer para esse ano ainda, e para o ano que vem dá para fletar com outros vertentes, só não vou adiantar projeto, nem prometer nada se não os caras vão ficar bravos comigo. 

Post com direito até a agradecimento.

Eu queria encerrar agradecendo pelo espaço Bruninha, pela oportunidade de ser entrevistado por uma amiga de longa data, e principalmente te agradecer por me ajudar na divulgação de um projeto que ainda está engatinhando, e você vai longe, poderia investir mais no ramo de entrevista com amigos falidos hahaha e agradecer também aos meus amigos que correm comigo no coletivo, Nivaldo, Dutra, Felipe e Douglas, e também ao pessoal que não está mais no coletivo mais foram extremamente importantes para isso acontecer! Obrigado, obrigado, obrigado. 
  
 Espero que tenham gostado!! 
16 de julho de 2014

A Culpa é das estrelas

A Culpa é das estrelas, considerado até agora o filme mais visto durante o ano. Todo este sucesso de bilheteria já era esperado. Estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort o filme já foi visto até dia 13 de Julho por 5,5 espectadores.
A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem e se apaixonam em um grupo de apoio para crianças com Câncer. Hazel, é uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus de dezessete anos, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer, a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal. A culpa é das estrelas é uma obra mais ambiciosa de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.
Se ela estivesse melhor ou o senhor, mais doente, então as estrelas não estariam tão terrivelmente cruzadas, mas é da natureza das estrelas se cruzar, e nunca Shakespeare esteve tão equivocado como quando fez Cássio declarar: “A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas/ Mas de nós mesmos.”


Resenha: O livro conta a história de Hazel Grace, uma adolescente de 16 anos tem câncer nos pulmões e já passou por algumas cirurgias para drenar a quantidade de água acumulada neles, a Hazel é uma paciente terminal, os médicos podem aumentar o tempo de vida dela controlando o crescimento dos tumores, mas não podem fazer com que ela viva até ficar velha, ela frequenta um grupo de apoio a crianças com câncer em uma igreja e em um dia comum onde vai até lá, ela encontra um garoto diferente, que nunca tinha visto antes, a encarando de modo estranho, seu nome? Agustus Waters, para os íntimos, Gus, eles acabam se conhecendo e alimentando um romance muito forte, ambos são donos de frases filosóficas que questionam as leis do universo, e ambos são doidos para descobrir o que acontece no final de seu livro favorito: Uma Aflição Imperial, já que o autor do livro não conclui a história, terminando-o no meio de uma frase. Movidos pelo desejo de descobrir o final do livro eles se envolvem em várias aventuras, onde o amor dos dois aumenta e eles vivem experiências inesquecíveis, experiências essas que envolvem drama, amor, ódio, brigas e, claro, câncer e seus efeitos colaterais, como estar morrendo.


— Estou apaixonado por você — ele disse, baixinho. 
— Augustus — falei. 
— Eu estou — ele disse, me encarando, e pude ver os cantos dos seus olhos se enrugando. 
— Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.




11 de julho de 2014

Filme: Correr ou Morrer

Num cenário pós-apocalítico, uma comunidade de rapazes descobre que estão presos num labirinto misterioso. Juntos, terão de descobrir como escapar, resolver o enigma e revelar o arrepiante segredo acerca de quem os colocou ali e por que razão.  


Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar, chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 



Estreia: 18 de Setembro no Brasil 
10 de julho de 2014

Enfim, um homem sensível

"David Luiz, como nós, estava triste e envergonhado, e teve a grandeza de expor isso em público, sem subterfúgios. Muitos dirão que ele teve culpa no gol sofrido pelo Brasil e na debacle que conduziu ao placar de 7 a1 a favor da Alemanha. A esses eu diria que não há nada pior do que ser o capitão de um general incompetente. David Luiz, como os demais jogadores, entrou em campo totalmente despreparado para enfrentar o que veio pela frente. O time estava mal escalado, mal orientado e mal treinado. Quando a partida começou, ficou evidente que jogávamos um futebol obsoleto e ultrapassado, enquanto os alemães se moviam pelo campo de forma eficiente e harmoniosa. Parecia haver no Mineirão equipes de duas épocas diferentes, ou praticantes de dois esportes distintos. Era cruel e doloroso ver como uns sobrepujavam os outros com tanta facilidade, a ponto de os alemães parecerem constrangidos. Eles tinham um time, nós éramos um bando que rapidamente se desfez, inclusive emocionalmente. Os jogadores, no entanto, tiveram de continuar em campo, desorientados, entregues à própria sorte e às vaias, construindo, ao longo de 90 minutos, memórias que irão persegui-los pelo resto de suas vidas, injustamente."
- Trecho extraído do texto de Ivan Martins.

É obvio que não foi como a gente queria, eu queria que o Brasil fosse Hexa, mas para mim o que fica dessa copa não é o placar de terça! Fica essa imagem, esse jogador que deu tudo que podia e no fim pediu desculpas por não consegui! Eu sou brasileira sim, com muito orgulho, com muito amor!



Artigo completo no link abaixo

Ivan Martins 

15 de dezembro de 2013

O clube de leitura de Jane Austen


Um filme romântico que busca fugir daquela fórmula padrão que todos conhecemos. Por esse fator, The jane Austen Book Club merece atenção. O problema, contudo, é se ele consegue fugir realmente dos “lugares-comum” ou não. Até um certo ponto sim, ao tentar – e apenas tentar – introduzir um pouco de conteúdo na história. Afinal, em teoria, o filme (também) debate a obra da escritora inglesa Jane Austen. O problema é que, fora um ou outro acerto na discussão de uma autora aclamada, o filme realmente cai nos estereótipos, em vários lugares-comum e, no fim das contas, enreda o espectador no velho jogo de “torcer pelo romance”. Sem contar que, ainda que o filme tente ser “cuca aberta”, incluindo entre os personagens principais uma lésbica e uma mulher que se casou várias vezes – duas figuras que sofrem um bocado de preconceitos no “mundo real” -, no fim das contas o filme acaba sendo bem tradicional. Quem sabe, até para acompanhar (ou seria “homenagear”) a veia tradicionalista da escritora que inspirou o tal clube de leitura.

Um pouco da história: Jocelyn é uma criadora de cães que vive uma vida solitária. Prudie é uma professora de francês frustrada com o marido. Sylvia acaba de descobrir que o marido tem um caso e pediu o divórcio. Allegra, filha de Sylvia, é uma jovem lésbica que vive a vida intensamente. Bernadette é uma mulher madura, de bem com a vida que já foi casada diversas vezes. Cinco mulheres muito diferentes mas que são unidas por laços de amizade e Jane Austen. Por sugestão de Bernadette elas resolvem criar um clube da leitura dos livros de Jane Austen, lendo um livro a cada mês e marcando encontros para discuti-los. Quando Jocelyn conhece Grigg, um nerd aficionado por livros de ficção científica, ela acha que ele é perfeito para animar Sylvia e o convida para o clube do livro. Ele nunca leu Jane Austen, mas como está interessado em Jocelyn, decide aceitar o convite. 



30 de setembro de 2013

Projeto fotográfico capta o antes e depois de diferentes pessoas

Projeto Fotográfico capta o antes e depois de diferentes pessoas


Young Me, Now Me é um projeto fotográfico que já virou em livro e que faz você se questionar acerca da passagem do tempo. Fotografias de infância, normalmente felizes e descontraídas, são reproduzidas fielmente décadas depois. O que muda? A idade das pessoas. O resto continua igual.
É impressionante como alguns dos rostos, muitos anos depois, são facilmente reconhecíveis por um ou outro traço. Nas fotos, aos pares, nada é deixado para trás: as roupas são costuradas de propósito para reproduzir as antigas, as poses e as expressões faciais são também replicadas, muitas vezes na perfeição.
Young Me, Now Me, projeto de Zé Frank, não é uma ideia inédita, mas consegue colocar um sorriso nos nossos lábios. Veja as fotos:

Adorei espero que gostem também ahahah!  














25 de junho de 2013

Cartas para Julieta

Quando estamos falando de amor, nunca é tarde demais.. 



Sophie (Amanda Seyfried) é checadora de matérias de um jornal em Nova Iorque, mas sempre quis ser escritora e publicar uma matéria sua. Numa viagem para a Itália com seu noivo, o cozinheiro Victor (Gael Garcia Bernal), ela conhece mulheres que se denominam as Secretárias de Julieta. 
Mulheres de todo o país vão a Verona para conhecer a famosa sacada de Romeu e Julieta e, no muro, deixam mensagens e pedidos de ajuda para Julieta e suas "secretárias" responderem. Como Victor está mais interessado nas maravilhas da cozinha italiana, Sophie, que fica sozinha, ajuda a responder as cartas. Um dia ela encontra uma carta escrita há 50 anos por Claire (Vanessa Redgrave), uma jovem inglesa que dizia ter se acovardado e desistido de seu amor, Lorenzo. Tomada pelo encanto da história, Sophie responde a carta e, após ler, Claire decide voltar para a Itália com seu mimado neto Charlie (Christopher Egan), com a intenção de rever Lorenzo. Juntos, Charlie e Sophie vão em busca do amor de Claire, mas encontram algo mais: o coração um do outro.
Um grande romance, e até bem realista por se tratar do século XXI. A produção pode não ter tanta presença no cinema, mas o enredo é excelente, atores bem selecionados e um cenário lindíssimo. Uma história bem escrita que trás aos que assistem a emoção dos personagens, um jeito diferente de entender o amor e aquilo que pode nos fazer felizes, não sendo necessariamente o destino, mas sim as escolhas que fazemos.  

'E' e 'Se' são duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra. Mas coloque-as juntas, lado a lado, e elas têm o poder de assombrá-la pelo resto de sua vida. 'E se?.. E se? E se? 


Em Verona - Turistas que visitam Verona podem conhecer a casa onde morou Julieta, a casa onde morou Romeu e o túmulo de Julieta. Quando as cartas começaram a chegar, a Secretaria de Turismo da cidade,visando futuros lucros com o turismo, decidiu nomear o “Secretario de Julieta”, Ettori Solimani, que não só respondia a todas suas cartas, como também foi morar nas propriedades da casa de Julieta, cobrando ingresso para entrada dos turistas. Ao longo dos anos muitos voluntários serviram de “Secretários de Julieta” principalmente mulheres que se encantavam com as cartas românticas que chegavam aos montes. No início eram pequenos bilhetinhos deixados no túmulo, que já recebeu vários visitantes ilustres entre eles Greta Garbo, Viviem Leigh, Maria Callas.




Algumas pessoas tem verdadeira veneração por Julieta, pedem uma benção, algum tipo de proteção espiritual para seu amor. Escrevem para Julieta como se ela fosse um santa.



19 de abril de 2013

O Assassino de Mídias Sociais, por Ray Bradbury


Num dos contos do livro Os Frutos Dourados do Sol, de Ray Bradbury (autor de Fahrenheit 451), um dos personagens é um assassino em série. Mas de aparelhos de comunicação. Ele, diferente da maioria de seus contemporâneos (do suposto futuro) sentia-se oprimido com a ideia de estar o tempo inteiro em contato com os amigos e até desconhecidos através das diversas ferramentas de comunicação então disponíveis.

Na realidade do conto, as pessoas usavam rádios, relógios comunicadores e outros aparelhos simplesmente para dizer onde estavam indo, o que estavam comendo, como estavam se sentindo e também para trocar informações entre uns e outros.
Tirando os aparelhos (que o autor não poderia prever quais seriam, já que o conto foi escrito na década de 50, talvez antes), acredito que você já tem uma certa familiaridade com algo assim. Talvez você já tenha feito checkins no Foursquare, dito o que estava pensando no Twitter, colocado a foto de uma refeição ou outra amenidade no Foursquare ou respondido alguma pergunta mais ou menos íntima feita pelo Facebook.
Além das informações que você passa adiante, há as informações dos seus amigos (incluindo inimigos, colegas, conhecidos e gente de quem você nunca ouviu falar) numa inundação, uma verdadeira torrente de mensagens, algumas até úteis, outras nem tanto e outras, ainda, completamente inúteis.
Não vou dizer que isso seja ruim em si. Pelo contrário, é bom sentir-se em contato com as outras pessoas. Porém, não duvido que cada um de nós, em algum momento tenha secretamente fantasiado por alguns bons dias de silêncio, sem absorção desse excesso de informações. Talvez no meio do mato.
O personagem de Bradbury (o nome do conto é O Assassino) conta ao psiquiatra, na cela em que está detido, a sensação de cruelmente liquidar com o radiocomunicador de seu carro, enfiando nele generosos bocados de sorvete de chocolate:
— O silêncio. Meu Deus, foi lindo. O rádio do carro cacarejando o dia inteiro: Brock, vá ali; Brock, venha cá; Brock,entre em contato; Brock, rompa o contato; Ok, Brock; hora de almoço, Brock; fim do almoço, Brock; Brock, Brock. O silêncio era tanto que parecia que eu tinha posto sorvete nos ouvidos.
— O senhor parece gostar muito de sorvete.
— Eu fiquei simplesmente passeando e sentindo o silêncio. É um enorme tampão, feito da flanela melhor e mais macia que existe. Eu fiquei sentado no meu carro, sorrindo, sentindo aquela flanela nos ouvidos. Fiquei embriagado com a liberdade!
Antes de voltar para o paraíso silencioso de sua cela, no hospital, o personagem faz uma reflexão:
Tudo era tão encantador no início. A idéia dessas coisas, da utilidade prática, era maravilhosa. Eram quase brinquedos, mas as pessoas se envolveram demais, foram longe demais, enredaram-se em um padrão de comportamento social e não conseguiram mais sair. Não conseguiam sequer admitir que estavam envolvidas nele. Aí, racionalizaram a situação e passaram a ignorar seus próprios erros. “A idade moderna”, diziam. “Condições.” “Estresse.” Mas preste atenção no que lhe digo. Tive uma cobertura mundial: TV, rádio, filmes. Eis aí a ironia Já faz cinco dias. Um bilhão de pessoas ficou me conhecendo. Dê uma olhada na seção financeira dos jornais. Logo. Talvez hoje mesmo. Aguarde um pique súbito, um aumento nas vendas de sorvete de chocolate!
Que tal tomar um sorvete de chocolate hoje e não dizer onde (no Foursquare), não colocar a foto da sobremesa (no Instagram), não reclamar do atendimento da sorveteria (no Twitter) e não dizer o que sentiu (no Facebook)?
Só por hoje.
Livros & afins
15 de novembro de 2012

Chris Daughtry



Christopher Adam "Chris" Daughtry (nascido em 26 de dezembro de 1979) é um músico (cantor, guitarrista e compositor), nascido em Roanoke Rapids (Carolina do Norte), Estados Unidos. Chris é o vocalista do grande fenômeno do rock pós-grunge: Daughtry. Após tentar por quase dez anos triunfo na música através de suas bandas Absent Element e Cadence, Chris foi convencido em 2005 por sua esposa Deanna a tentar as audições do popular programa American Idol, que no final do ano selecionaria pessoas para a sua quinta edição. Chris terminou o programa numa revoltante quarta colocação, mas pode-se dizer que é ele o grande vencedor do programa, uma vez que é o que mais triunfo obteve após o show. O CD de estréia da Daughtry, (Daughtry (CD), vendeu até agora a incrível marca de 2.23 milhões de cópias, além de ter sido o CD de rock de uma banda iniciante que mais vendeu na primeira semana na era Soundscan. O CD já alcançou duas vezes o topo da parada da Billboard, sendo que uma vez com uma marca histórica: a menor diferença entre os dois primeiros colocados (menos de 200 cd's separaram a Daughtry da Trilha do musical Dreamgirls: Em Busca de Um Sonho)

Biografia
Chris nasceu em Roanoke Rapids, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Por motivos próprios, seus pais, Sandra e Pete, se mudaram para o estado da Virgínia, onde Chris e seu irmão, Kenneteh, acabaram sendo criados. Foi na adolescência, enquanto cursava o High School, na Fluvanna High School, em Palmyra, Virginia (equivalente ao nosso Ensino Médio), que Chris começou a demonstrar uma grande vocação para as artes, participando das montagens de Peter Pan e The Wiz, além de ser um grande desenhista. A música em si apareceu para Chris quando um amigo seu, Robert, o ouviu cantar e disse que ele tinha talento para a coisa. Desde então, Chris não parou mais.
Em 2000, em uma festa, por intermédio de amigos, Chris conheceu Deanna, alguns anos mais velha do que ele e mãe solteira de duas crianças: Hannah (nascida em Julho de 1998) e Griffin (nascido em Janeiro de 2001). Os dois se apaixonaram no mesmo instante e apenas seis meses depois, no mês de novembro, se casaram e foram morar os 4, como uma família, em McLeansville, Carolina do Norte. Griffin foi adotado no papel por Chris após o falecimento de seu pai biológico, ganhando assim o sobrenome de Chris (Daughtry).
Em 2005 Chris audicionou para o reality show Rockstar:INXS, mas não passou do TOP50. Os produtores gostaram muito dele, mas não viram em Chris as características de vocalista que a banda precisava.


American Idol
Convencido por sua esposa Deanna e inspirado pelo ex-participante Bo Bice, Chris decidiu que faria as audições do American Idol. A cidade escolhida para isso foi Denver, no Colorado. Com passagens compradas, Chris descobriu logo depois que haveria uma audição em seu estado, mas não quis trocar de local, o que acabou valendo a pena, pois pode ver um trecho de sua audição na TV, durante os anúncios do início do programa, o que não ocorreria se ele tivesse escolhido Greensboro, pois a FOX não colocava nos comerciais de um estado quem tivesse tentado ali. Chris disse que isso foi uma grande surpresa para ele.
Nas audições, Chris escolheu o clássico The Letter. Enquanto ele cantava e era avaliado dentro da sala, do lado de fora, Deanna o aguardava ansiosa e chorosa. Após os julgamentos, Chris recebeu dois "sim", de Paula Abdul e Randy Jackson e um "não" de Simon Cowell, que o achou um tanto quanto robótico. Ele saiu da sala sem o papel amarelo que indicava sua aprovação, mas segundos depois o tirou do chapéu que usava, fazendo sua esposa explodir de alegria e nos mostrando uma das imagens mais emocionantes da quinta edição do Idol.

O número de inscrição de Chris no programa era 36843 e isso o fez sentar-se, na sala de espera, próximo a Ace Young, de número 36456. Desde então os dois se tornaram grandes amigos sendo denominados pelos fãs como ChrAce. A amizade ficou tão popular que Chris e Ace concorreram ao Prêmio de "Best Male Bonding" no "Idol Awards".
Após a primeira etapa, chegaram as audições realizadas em um hotel em Hollywood, na California. Chris cantou, entre outras, "The First Cut Is The Deepest", sendo intensamente ovacionado de pé por seus concorrentes. Na fase mais tensa, a de grupos, Chris cantou com Ace Young e Bobby. Os três optaram por "Emotions", um clássico dos Bee Gees e foram individualmente aprovados.
A última etapa antes dos shows ao vivo não envolvia uma nova canção, ams sim uam reavaliação do processo de audições pelos jurados, que escolheriam finalmente o Top 24. O único que os participantes podiam fazer era esperar sentados e subir até a sala onde se encontravam os jurados quando chamados. Quando chamado, Chris demorou mais do que deveria para chegar ao seu destino, pois o elevador que o levaria até a sala simplesmente parou. Por longos seis minutos ele teve de conviver com a ansiedade travado em um elevador parado. Quando finalmente pode sair dali ele brincou dizendo que era o andar mais longo pelo qual já havia passado. Rapidamente os jurados lhe disseram que sim.
Após algumas semanas de programa, em 19 de Abril de 2005, Chris ficou pela primeira vez entre os menos votados e justamente contra seu melhor amigo e colega de quarto Ace Young. Ace acabou sendo eliminado.
Em 10 de maio de 2005, Chris acabou sendo chocantemente eliminado do programa em 4o lugar, enquanto muitos previam que ele seria o ganhador. Nessa semana, cada participante tinha duas linhas abertas para que os fãs votasse nele. Os "Chrisaholics" alegam que uma das linhas que deveriam ser de Chris estavam direcionadas a Katharine McPhee, que mesmo com três linhas abertas para ela ficou em 3o naquela semana.
Na final, realizada em 24 de Maio de 2005, Chris foi uma das grandes atrações tanto do tapete Vermelho, intensamente coberto pela imprensa, quanto do programa, no qual, além de cantar "I Made It Through The Rain" com Carrie Underwood e os outros integrantes do Top 12, e um Medley com os outros 6 homens, que incluia o clássico "Tobacco Road", Chris fez uma apresentação impecável da música "Mystery" ao lado de sua banda favorita: Live. A apresentação foi tão boa que a banda o convidou para gravar uma versão em estúdio que foi disponibilizada gratuitamente no MySpace.com. 

Eu serei um homem de palavra, falar a língua numa voz que você nunca ouviu falar. Eu quero dormir com você para sempre, e eu quero morrer em seus braços.

Pós American Idol

Depois de sua eliminação do Idol, Chris foi novamente convidado pela banda Fuel para se juntar ao grupo e mais uma vez ele negou, alegando que nunca quis ser o "cara que substituía o outro cara".
Chris participou de diversos programas da TV Americana. O mais curioso deles foi o de Ellen DeGeneres, que o fez dançar. Alguns programas depois, ela, que entrevistava os ex-presidentes americanos Bill Clinton e George Bush sobre o furacão Katrina, lhes perguntou se poderiam trazer o Chris de volta ao Idol.
Em 8 de junho, Chris participou do MTV Movie Awards, da MTV Americana, cantando um trecho da música de eliminação do American Idol: bad Day, ao lado de Jimmy Fallon, durante uma paródia do fime O Código da Vinci.
Em 10 de julho de 2005, a tão aguardada notícia foi anunciada. O Chris havia assinado contrato para gravar um disco. Quem o contratou foi a RCA Records e a 19 Entertainment, que contratam os ganhadores do Idol. Chris impôs a gravadora sua decisão de ter liberdade sobre as músicas a serem gravadas e sobre o fato de não querer ser um artista solo, assim, ficou decidido que ele lideraria uma banda, que levaria como nome seu sobrenome: Daughtry.


“Chris Daughtry; Músicas como 'Rescue Me' ou 'We're Not Gonna Fall' é mais sobre aproximação das pessoas. 'Gone Too Soon' não é minha história por dizer, foi inspirada e uma amiga que teve aborto espontâneo, tinha acabado de ter gêmeos. Foi algo que bateu duro. Há pessoas que passaram por isso, é para ajudá-las a se sentir melhor”.


@CHRIS_Daughtry 

“Just Dance 4″ terá “Gangnam Style”


Para dançar: “Just Dance 4″ terá “Gangnam Style”


Se você ama a série de games “Just Dance” e não consegue para de cantar o “Gangnam Style” do PSY, pode comemorar! A Ubisoft avisou nessa semana que o game “Just Dance 4″ vai contar com o hit! 


A música estará disponível para download em Novembro, mas o preço ainda não foi revelado. “Just Dance 4″ é compatível com as plataformas Xbox 360, PlayStation 3 e Wii e tem muuuitas músicas incríveis no game, como Rihanna, Selena Gomez entre outros.


Pra começar ir treinando, ta ai o vídeo que todo mundo ama ahahahahah 

Fonte: Capricho 
11 de março de 2012

Banda: magüeRbeS

magüeRbeS 
Bom como sabem sempre apresentamos banda novas aqui no blog, hoje vou falar um pouco sobre a Banda Maguerbes. Banda de um amigo meu, que como todos sonham em crescer profissionalmente e mostrar o seu talento diante do mundo. 

Um pouco sobre: Magüerbes, foi criado na cidade de Americana (Interior de SP) no ano de 1994 e dezoito anos depois segue na missão fazendo do interior paulista parada obrigatória para tours e eventos musicais ou artísticos. Englobando aí o Festival Americana Independente, mostras de artes em museus, festas de Breakcore (TEMP), decorações de Casas Noturnas e qualquer desafio que lhes for proposto. Como uma banda pode fazer tudo isso? A questão é que o Magüerbes, hoje em dia não é só banda, é um coletivo que tem em sua "Base" (imóvel na cidade de Americana onde a gangue toda se reúne), praticamente a "Sala da Justiça" do underground do interior paulista, juntando os artistas do SHN, a SHN TV, a RádioSHN, o SHNshop, a gravadora Da Laranja Ao Caos e o estúdio SHNtatoo, formando assim uma frente ativa de arte, áudio e vídeo! Eles praticamente colocaram em ação o sonho underground do "faça você mesmo", produzindo tudo ao seu redor desde as camisetas da banda até os vídeos. Também influenciados por festivais como o Juntatribo (evento clássico dos anos 90, realizado na Unicamp), só poderia sair algo maluco e promissor dessas cabeças aceleradas. Pra quem viu de perto o palco literalmente cair com bandas tão díspares e ONGs que levantavam naquela época (hoje em dia isso é básico) bandeiras em defesa da ecologia e divulgando informações sobre AIDS e descriminalização das drogas, seria o resultado da equação todo o rebuliço e energia que esses caras causam e passam em seus shows e atividades. A banda também é ativa no desenvolvimento e agendamento de shows e festivais, bons exemplos foram a AVB Tur, que durou três meses no fim de 2007 e a New Skate Summer Tour no ano de 2008 ao lado da banda Dead Fish, percorrendo Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil com sucesso. Sem esquecer o festival anual Americana independente, que já trouxe várias bandas gringas pra tocar na cidade natal da banda. A discografia Magüerbe é extensa e conta com as demos "Passanumar" (1997), "Presente" (1999) e "Ignorante" (1999), além de participação em diversas coletâneas como a que saiu na "Revista Trip 76", e outras clássicas tipo "Noise For Deaf", "Squema", "HCscene", "Hardcore Faction" e "Nervoso É A Mãe". Também lançaram a compilação "The Peel Sessions 94-98" (1998), o single de sucesso underground "Soco" (1998), e seus álbuns oficiais "magüeRbeS" (2001), "2" (2005) e "Modelo De Prova" (2012). Quase todos esses trabalhos podem ser encontrados pra download gratuitamente no site. 


Modelo de Prova, último álbum da banda, conta com as participações especiais de Carlos Dias (Polara) e Fabrizio Martinelli (Hateen). O Magüerbes já teve dois vocalistas, DJ, um integrante coringa que era roadie e vocalsita ao mesmo tempo. Atualmente estabilizou sua formação com:
  • Luan Marques na Guitarra
  • Rica na Bateria
  • Tuti no Baixo 
  • Haroldo nos vocais.
Magüerbes é altamente indicado para pessoas de cabeça aberta que gostem de Street Art, verdadeiras amizades, Beastie Boys, guitarras pesadas, beats de Hip-Hop, distorções, Sonic Youth,  e velocidade.


  
Twitter: @oficialmgbs
21 de fevereiro de 2012

Aposta: Alyssa Bernal

Bom vamos apresentar uma nova aposta para o mundo da música, conheci atravez do site Capricho e quero apresenta-la para vocês. Ela se chama Alyssa Bernal, tem 22 anos e é do Texas, nos Estados Unidos. É Super parecida com a Vanessa Hudgens, e promete ser um dos icones a bombar nesses próximos meses.
Alyssa ficou conhecida no YouTube por postar vídeos incríveis de covers de nossos artistas favoritos: Taylor Swift, Katy Perry, Jason Mraz, Rihanna, Bruno Mars, entre outros. A talentosa cantora também tocava violão e piano nos clipes.
No cover abaixo, o mais recente, ela faz uma versão muito (mas muito!) boa da música “Love You Like a Love Song”, da — Selena Gomez. Assista!

 
Por causa do sucesso na rede, Alyssa foi descoberta pelo produtor e rapper Pharrell Williams, que a convidou para fazer parte da Interscope Records. A gravadora ficou superanimada e impressionada com o talento da cantora. Em novembro de 2011, Alyssa lançou seu primeiro álbum, o “Love Hangover”, que tem participações de Pharrel e da banda Lifehouse. A cantora agora arrasa com singles como “Soaking Up The Sun” , “Cali, Cali, Cali” e “Hey Love”.
Assista ao vídeo de “Soaking Up The Sun” abaixo!
Gostaram da Alyssa? Já conheciam? Ela arrasa, né?
Fonte: Capricho